Meninos da LG.
Receita em Os Talheres.
Doação monstra da <jabá> Lavanderia Solidária LG. </jabá>
Brigadeiro de ovomaltine.
Quero aprender a voar.
Pessoas, muitas pessoas.
Filhinhas da Zouain.
Da fofa da Dê.
Meninos da LG.
Receita em Os Talheres.
Doação monstra da <jabá> Lavanderia Solidária LG. </jabá>
Brigadeiro de ovomaltine.
Quero aprender a voar.
Pessoas, muitas pessoas.
Filhinhas da Zouain.
Da fofa da Dê.
Daí que rolou o LuluzinhaCamp no sábado passado. Fiquei fascinada pela Cozinha da Matilde (eu e a torcida do #beijomecortacusto), pirei na fotogenia das maquiadas Charô e Lili, percebi que definitivamente não pertenço ao mundo do rímel-vibrador e até agora tô pensando o que eu tenho que fazer para morar numa casa como aquela.
Quando eu descobrir, aviso o endereço e boto mais água no feijão.





Para ver todas as fotos, passeie por aqui.
O buquê mais grande e mais lindo do mundo.
Era uma vez um punhado de flores que foi regado com um complemento de vitaminas extra-ultra-especial. O que o dono não sabia era que, por causa disso, o buquê ficaria pesado demais para ficar de pé. Tampouco havia um vaso grande o suficiente para aquelas flores e o dono ficou preocupado. Como fazer com que aquelas flores não parecessem mortas, uma vez que flores deitadas não parecem saudáveis? Pesquisou, pesquisou, pesquisou e teve sono. Resolveu dar uma dormidinha de 20 minutos, pois ninguém é de ferro, e acabou dormindo a noite inteira. Acordou mais cedo e continuou com o problema na cabeça. Pensou em colocá-las em suportes de plástico, em embalsamá-las e até em matriculá-las em aulas de ballet. Nada disso parecia justo com as flores. Seria tão injusto quanto seu vizinho que ouve música no último volume, sem se importar com a saúde orelhal dos outros. E era óbvio que, exatamente na hora em que comparava a sua justiça com as flores com a injustiça orelhal do vizinho, começou a ouvir: “as flores de plástico não morrem (entra solo de guitarra)”.
E assim ele resolveu seu problema e fez o buquê mais grande e mais lindo do mundo.
O fato de eu ser meio jeca não é novidade nenhuma. Mas exatamente na hora em que eu anunciava minha ignorância no sorteio do Luluzinha Camp, perguntando o que é kajal?, eu mesma ganhei o lápis kajal da Natura.
Já havia ouvido falar do tal do lápis kajal, mas nunca soube a origem do nome. Isso é uma cor? É um ingrediente do lápis? É um pássaro-avião?
Santa wikipedia nos explica. Kajal é o nome hindu de kohl, uma mistura de ingredientes utilizada como tinta para os olhos desde a Idade de Bronze (3500 aC). As rainhas egípcias utilizavam a tinta como protetora de doenças/infecções. Em algumas castas da Índia e do Egito, o kohl era aplicado em bebês e crianças como proteção contra o ‘olho do diabo’, ou, em outras palavras, inveja. Há ainda a preocupação com o uso de kajal caseiro, pois foi constatada uma grande e tóxica presença de chumbo.
Mas é louco como uma coisa que simboliza proteção e tem todo um significado anti-macumba pode, em outras civilizações – vulgo, a nossa – ser apenas sinônimo de um lápis mais macio e forte. Ou, como descrito por aí, é o ‘lápis que o Jack Sparrow usa’.