Category archives: Mídia

pastelão com insetos

Essa é uma campanha da Samsung para mostrar como o celular deles é fino, já que os ‘milímetros fazem a diferença’. Achei a execução do filme ótima. Um verdadeiro pastelão com seres voadores.

[video]http://www.youtube.com/watch?v=DVl2E4-TWqo[/video]

Depois, você é levado para o site Millimetres Matter, que só dá uma explicaçãozinha e já direciona para a linha Ultra Edition II.

a longo prazo

Complot

Aqui no Brasil ainda é muito complicado achar um curso que ofereça conteúdo bom sobre novas mídias e integração entre meios. O negócio ainda está borbulhando nas terras brazucas e fico com a impressão de que os profissionais de mercado acabam sendo sempre muito mais atualizados do que professores e escola. A velha luta da teoria x prática.

Achei sem querer essa escola com uma proposta muito bacana e localizada no meu local de desejo: Barcelona. Eu não conheço Barcelona e cultivo esse desejo há um belo tempo. Mas vou para morar. Não é possível que, todo amigo meu que vai para lá, volta dizendo que a ‘cidade é a minha cara’. Um dia, em algum momento, eu vou morar lá. Isso é fato.

O site da Complot é bem legal, desses com layout com cara de alternativo underground. E o que realmente me pegou e provocou esse post foi a parte ‘Convença seus pais’, localizada lá na lateral superior direita. Ao clicar, o site muda de cara (aí embaixo, ó) e fica do jeitinho que seus pais gostam – ou melhor, estão acostumados.

Universidad Complot

filmete sensacional

[video]http://www.youtube.com/watch?v=QVAbxIdLpNA[/video]

Duvido que vocês saibam do que é este anúncio, até ele mesmo se desvendar. Muito bom.

Via Talkability Bullet.

conte pralguém sobre hpv

Contepralguem

Conte pralguém é uma campanha de saúde cujo principal objetivo é informar e conscientizar a população sobre a necessidade de prevenção e as conseqüências das doenças relacionadas à infecção pelo HPV (papilomavírus humano), um vírus comum que afeta tanto homens quanto mulheres, e que é uma das principais causas de câncer de colo do útero.

Antes de ser impactada pela campanha contra o HPV, eu já havia tomado a vacina, afinal meu pai é médico e é meu pai, se é que me entendem. Depois de tomar a vacina e encher o saco de algumas amigas para que tomassem também, me deparei com esse postal aí em um restaurante. Confesso que o desenho me chamou a atenção pela idéia do boca a boca, mas quando vi do que se tratava achei de muitíssimo bom gosto. Ora, conte pralguém. A novidade é boa. O futuro é sermos vacinado contra câncer, sendo este o mal da geração. As pessoas estão vivendo muito, por isso chegam num estágio em que o câncer começa a atacar. Nada mais óbvio do que termos avanços tecnológicos para conter a degeneração das células. E como o meu know how de hospital é focado na área de palhaça, sugiro que tirem suas dúvidas mais profundas no blog da campanha.

Quem puder tomar a vacina, just do it. Minhas experiências com câncer, nas quais meu pai bateu na trave e voltou, já me mostraram que não é nada legal brincar com o assunto.

outdoor guerrilheiro

Outdoor

Pra quem acha que outdoor e marketing de guerrilha não combinam, uma ótima tirada do McDonald´s e seu sanduíche picante.

Via Buzz is media.

quem bate?

Momento revival. Tem coisas…

…que só a Internet faz por você.

arte paga

Eu passei por um longo processo de separação entre propaganda e arte. Tentei dissociar ao máximo para, talvez, cultivar o desapego e a não-frustração.

Mas aí vem um comercial desses e quebra tudo. Daqui a pouco vou acreditar na tese de que publicitários são artistas em busca de patrocínio – vulgo: cliente.

[video]http://www.youtube.com/watch?v=2zIODJsnqXE[/video]

A trilha é uma delícia. E eu sei que o assunto ‘mãos’ anda na moda no mundo publicitário, mas é bom e pronto.

quadrado cool

Want2BSquare

Que publicitário é tudo louco todo mundo já sabe. Mas essa campanha é sem dúvida uma das mais insanas que eu já vi. O filme com um toque de humor esquizofrênico leva ao site Want2BSquare. Divirtam-se por lá. Qualquer tentativa de explicação do hotsite seria inútil nesse caso, além da foto do produto para o qual a campanha foi desenvolvida.

Com a foto, deu para entender por que é bacana ser quadrado?

UPDATE: a campanha é da Attik, agência presente em Leeds, Nova Iorque, São Francisco e Los Angeles.

Super super super Bowl

Com todo o barulho feito com os comerciais do Super Bowl, fui lá dar uma olhada e, sinceramente, não encontrei nada que se encaixe em genial ou fantástico. Ok, risadinha aqui, tiradinha ali, escolho uns 3 preferidos: um do Snickers, outro do Doritos e o terceiro, da Chevrolet. Bacana mesmo são as extensões sobre os comerciais do Super Bowl. Páginas e mais páginas criadas para comentar, discutir e reunir as pecinhas publicitárias, como o SuperAdFreak. Nesse endereço, figurões e figurinhas de comunicação estão comentando os filmes que viram por lá. Vale a pena dar uma lida no que passa na cabeça do Chris Wall (co-diretor de criação da Ogilvy) ou no que anda pensando o Seth Godin. Além de ver a opinião de cada um desses, em breve será possível ver as críticas de cada comercial. Ou seja, vamos ver qual marca saiu bem na fita e qual jogou dinheiro no lixo com a mensagem – porque a divulgação e o alcance são indiscutíveis nessa hora.

Aqui estão os que ao menos me fizeram rir:

[video]http://www.youtube.com/watch?v=JHkoZ7ngAM0[/video]

[video]http://www.youtube.com/watch?v=wH7qE7mFoMU[/video]

[video]http://www.youtube.com/watch?v=egcflbzTJo0[/video]

Paixões a parte, o que eu gostaria mesmo de ter visto ao vivo foi a abertura dos jogos, feita por nada mais nada menos do que Cirque Du Soleil:

[video]http://www.youtube.com/watch?v=8M2TIvPCjEc[/video]

ninguém é de pixel

Eu simplesmente adorei o site indicado pelo Merigo, o Get a First Life. Sátira do Second Life, ele mostra que sim, existe vida antes do computador. Aquela vida que usa o corpo, o tato e a mente, todos integrados com suas funções originais: viver. Veja bem, não ignoro o poder do Second Life, muito menos tudo o que ele pode me oferecer como publicitária que-procura-mídias-alternativas. Mas não posso negar que começo a ter medo dessas coisas onde humanos se relacionam somente por projeções do que eles gostariam de ser (e na vida real, sinto muito, não são). Nunca se sabe o que há por trás daquele desenho 3D que está conversando contigo no Second Life. O problema não é nem se relacionar com uma prostituta 3D que, na verdade, é um tiozinho de bigode. O lance é que cada vez mais gente cultiva somente esse tipo de relação. Calor humano? Sai pela CPU. Conversas? Via teclado ou microfone. Abraço? Algum atalho de Ctrl + Shift + hug. Eu mesma brinquei de Second Life e o máximo que minha paciência permitiu foi trocar de roupa, conversar com um cara perdido e fazer uma dancinha pra lá de estranha (que, a propósito, assustou o perdido que estava comigo).

Por mais que a tecnologia permita imagens e formatos cada vez mais bonitos e próximos plasticamente da realidade, tudo tem limite. Não dá pra viver só de emoticons, né? Pufavô.