Sampa dos vidros molhados e abafados, com carros por dentro e por fora, por cima, por baixo e pelos lados.
Pensando em São Paulo, consigo entender a relação entre amor e ódio.
Sampa dos vidros molhados e abafados, com carros por dentro e por fora, por cima, por baixo e pelos lados.
Pensando em São Paulo, consigo entender a relação entre amor e ódio.
Ontem fui fazer a cobertura da gravação do programa Vitrine 18 anos, comemoração merecida da TV Cultura e seus formatos memoráveis. Na fotografia estávamos eu e HelenaN e no twitter, Daniel e Tiago. Tudo sendo postado, comentado, registrado, discutido ao vivo no site do Vitrine.
Como o Daniel disse, o clima estava ótimo entre todos os ex-apresentadores do Vitrine. A idéia era fazer uma grande confraternização com todo mundo, revivendo histórias e passagens do programa. Estavam presentes: Nelson Araújo e Maria Antônia Demasi (1990); Cassia Mello (1990 a 1991); Leonor Corrêa (1991 a 1992); Renata Ceribelli (1992 a 1994); Maria Cristina Poli (1994 a 1998); e Marcelo Tas (1998 a 2004); além de Rodrigo Rodrigues e Sabrina Parlatore (desde 2005).
A discussão sobre a evolução de formatos da mídia e a inclusão de mídias-sociais-interativas-realtime-etc foi bem bacana também. Um ponto que, confesso, não havia passado pela minha cabeça é que na TV antiga, com os programas ao vivo, o público tinha muito mais acesso aos erros dos apresentadores ou de quem quer que estivesse atrás das telas. Era como se aquilo fosse mais vivo, mais real, mais pulsante. E a constatação de que a internet e sua infinidade de meios e modos de publicação retomou isso. Afinal, onde mais você encontraria essa célebre foto do Marcelo Tas?
Veja se tiver paciência o meu set completo de fotos do Vitrine 18 anos. E se não gostar dessas, tem as da HelenaN!
À TV Cultura, meus agradecimentos. Pela participação no programa, pela festinha depois e pelo VT da Renata Ceribelli de cabelo anos 80. Era divertidíssimo.
Leia mais no Tiago Dória.
Me chamaram para um tal de sofá do Flickr. Mesmo com um certo medo de isso ser pornográfico, aceitei e dei a entrevista. Só a entrevista, viu?
Clicaqui e lê.
Daí que eu tava numa aflição tremenda de não lembrar onde havia tirado essa foto. Cheguei até nas dúvidas existenciais de caraca-eu-clico-qualquer-coisa e nem lembro o que é.
Só que essa semana voltei ao Parlapatões e tchof-paf-bum: o mistério do cenário da foto foi revelado. Ufa.
Alzheimer, querido, você tem sido um bom amigo. Mas, desculpe, terei que encerrar minha amizade com você. Caso contrário, desconhecerei todas as minhas próximas fotos.
Sou viciada em foto colorida e me considero mega mirim em foto preto e branco. Resolvi ceder aos medos e testar um filme que estava aqui me xavecando há alguns anos, cheio de asa e granulação pra me dar. O resultado tá aí, até que não ficou de todo mal.
Luz, sombra e não-luz, me aguardem. Momento experimentação tomando conta.
Sábado passado rolou o Flickr Day Arquitetura ou algo como saída-fotográfica-bacana-cool. O rolê começou na Paraisópolis, na casa do Estevão Conceição, um jardineiro que construiu a própria casa cheio de referências de Gaudí, sem conhecer Gaudí. O detalhe é que a estética é bem parecida com a do artista espanhol, mas adaptada à linguagem da favela. Corredores estreitos, pra cima, sem muita ergonomia para quem só anda com as costas retas. Tanto a energia do local quanto o Estevão se mostraram bem especiais. Além do Henrique, figurinha e filho do artista.
Depois foi a vez da visita à tal da Ponte Estaiada. Mesmo com a minha impressão de que Deus pegou uma marca-texto e saiu grifando o mundo (aqueles cabos amarelos nunca me convencerão), abri os olhos pra ver o que eu conseguia produzir de foto por ali. E acho até que deu pra nascer coisas interessantes. A sessão da ‘Estaiada Top Model’ terminou no alto do WTC, com vista da cidade inteira.
Pra terminar em grande estilo, fomos levados ao Edifício Viadutos, construído por João Artacho Jurado. Novamente fomos privilegiados com uma vista 360°, dessa vez temperada com uma bela luz dendê.
Meus muito-obrigada ao Flickr, ao Yahoo! Brasil e ao pessoal da LiveAd. O povo mandou muito bem!
- Garçom, me vê um Flickr Year pra viagem, pufavô?
Veja todas as fotos, tanto as minhas como a do povo todo.
Mais uma pitadinha por aqui, enquanto deixo vocês curiosos para verem os resultados das lomos (em breve, no scanner mais próximo de vocês!)
Rafael me perguntou lá nos comentários se as fotos que enviei para a exposição são inéditas: não! Todas estão no meu flickr, mas a sensação de vê-las no esquema lomowall – uma espécie de mosaico – é muito bacana.
Para quem não pode ir lá na Coletivo Galeria, segue uma palhinha. Para quem pode ir, tá esperando o quê?
Ponto de fuga (cuja abreviatura é PF), em geometria, é o ponto de convergência das linhas que descrevem a profundidade dos objetos; é a direção para onde o objeto segue; se aprofundada. Via Wiki.
Ou seja, ponto de fuga é a direção para a qual você aponta seu corpo. Em momentos de fuga, é só deixar o ponto livre, leve e solto para voar. Se a direção estiver correta, resta a tranquilidade.
Foto do meu Flickr.