Category archives: Bizarro

da areia ao caos

Havia sido um dia super glamuroso. Sábado de sol no Leblon, encontro no café da manhã com Moraes Moreira (ok, nem tão glamuroso assim), almocinho leve e compras em Ipanema. Bem mulherzinha, já que éramos em três. Deitamos ao sol, tomamos vários capotes mergulhamos no mar, bebemos mate para parecer carioca e cerveja para permanecer paulista, tudo completo. Na hora das compras então, um sucesso! Pelo volume de roupas compradas a gente poderia ser enquadrada no tráfico Rio-São Paulo. Eis que resolvemos ir ao supermercado para comprar algumas coisinhas para o jantar, já que o plano era comer algo, descansar, viver a vida e sair para algum lugar. Uma vez compradas as comidas, quando estávamos prontas para deixar o Zona Sul de Ipanema, começou a chover. Chover. Chover. E nada de qualquer sinal que nos deixasse um pouquinho menos molhadas. Começou a saga do táxi. Nenhum táxi parava pra gente. Nenhum. E aí vem aquela síndrome do paulista que, depois de elogiar e se esbaldar no Rio, começa a reclamar: cadê a infra dessa cidade? Como é que vocês querem receber as Olimpíadas? Isso é um absurdo. E blá blá blá. Como nada dessa conversa nos tiraria da chuva depois de 1h40 tentando pegar um táxi, resolvemos pegar um ônibus. Aliás, resolvemos pegar o primeiro ônibus que passasse pela rua e fosse em direção à Gávea. Era uma questão de honra chegar ao apartamento. A única coisa que não contávamos era que nosso destino estava reservado no ônibus da Rocinha. Sim, lá mesmo. Como o motorista disse que passava pela Gávea, lá estávamos nós, sentadinhas com sacola de praia, sacola do tráfico de roupas e sacola de supermercado, com sorvete, frango, alface, batata, vinho e por aí vai. O ônibus fluía tranqüilo a ponto de fazermos até amizade com uma senhora que desceria no mesmo ponto que nós. De repente, começou a entrar gente, entrar gente, entrar gente, óbvio, tava uma puta chuva. E ninguém saía. A decisão foi ficar em pé, no fundo do ônibus, para não perder a nossa descida. Lá estávamos nós, agora de pé, com sacola de praia, sacola do tráfico de roupas e sacola de supermercado, com sorvete, frango, alface, batata, vinho e por aí vai, aguardando os minutos em que estaríamos livres do momento contato-e-improvisação no ônibus da Rocinha. Só que o ônibus parou. O trânsito parou. O Rio de Janeiro parou. E como a gente não agüentava mais não chegar em casa, a gente resolveu andar. Resultado: chegamos que nem mosca tonta na sopa ao prédio que, aliás, havia inaugurado uma linda cachoeira só para dar mais emoção à nossa entrada. Mesmo depois daquele momento leptospirose, resolvemos tirar uma foto para registrar o momento:

Pena que a câmera do celular também tinha molhado. Ai que burras!

PS: história baseada em fatos reais. Qualquer semelhança com a realidade é a mais pura verdade.

fama curta, como a saia

Geise, você está prestes a perder o timing da fama.

Ou você arranja um ex-BBB para casar.
Ou você entra para A Fazenda.
Ou você faz uma dupla sertaneja com a Stephany.

Fica a dica.

freela

Fiquei sem escrever porque fui chamada para recuperar a audiência do Fantástico. Não deu certo e só restou o VT:

Imagens por @meninaquejoga

explicando a pica… retagem

Daí que o meu twitter é integrado com o blog que vos fala e com o blog IceCream. E tudo que é postado nestes dois blogs já é automaticamente enviado ao Twitter, sendo que aparece o título e o comecinho do post, o que tem me causado problemas de reputação:

twitter

O primeiro é, na verdade, “perder tempo dando… boas risadas” e o segundo, “blog de cu… linária”.

Gostaria de declarar que sigo sendo uma moça séria e de respeito. Isso tudo só pode ser intriga da oposição.

a hora certa do esmalte

ele: bom, então amanhã marcamos às 9h para continuar a reunião de hoje, certo?

eu: ah, às 9h30, vai…

ele: você não pode às 9h?

eu: na boa, eu preciso ter alguma hora do dia para fazer a unha, afinal esse negócio de ser mulher moderna que fica em reunião blá-blá-blá-mulherzinha…

ele: ok, 9h30 então.

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É óbvio que eu não consegui marcar a unha a tempo pois saí da reunião num horário em que os cabelereiros não atendem mais o telefone.

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Melhorias no ppt até a madrugada, pensando em como compensar minhas horas de sono, finalmente termino tudo. E justamente na hora em que posso dormir, rola “a” dor de barriga. Sono pra mim é sagrado e eu odeio perdê-lo por motivos assim. Como é inevitável, vou ao banheiro.

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Outra mania: otimização de tempo. Daí que, quando chego ao banheiro, tenho a brilhante idéia de pintar as unhas enquanto estou no trono. Aliás, tenho a brilhante idéia de pintar as unhas de rosa enquanto estou no trono. Afinal, para que facilitar com um esmalte clarinho?

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Depois que eu terminei de pintar todas as unhas, incluindo limpar as laterais e tal, me dou conta: como é que eu vou “me limpar”? Sim, eu procurei expressões menos escatológicas que essa, mas não dá. É fato: lá estava eu, linda e cagada.

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Fim da história: o sono vence e eu não sou capaz de esperar o esmalte secar. Durmo enfim feliz, sem esmalte nas unhas, com a seguinte frase na minha cabeça: ai que burrrrrrrrrrrra.

saravá

Finalmente o encosto saiu do blog.

Agradeço ao pai de santo Daniel e ao xamã Henrique pela graça alcançada.

- Garçom, pufavô, me vê uma dose de sal grosso temperado com muita pimenta e poção-xô-olho-gordo?

pesca aérea

Me desculpem os protetores de animais, mas essa história é totalmente fruto do acaso e, no mínimo, engraçada.

Eis que meu irmão foi pescar com a família da namorada. Dia de sol, todo mundo feliz, ansioso pelo primeiro peixe a ser pescado. Meu irmão, com fortes referências de Shrek, decide fazer que nem no desenho animado e jogar a vara lá atrás para, depois, jogá-la bem longe na água.

Quando ele foi fazer isso, a vara alcançou o telhado de uma casa que havia atrás dele e, tcharam, uma pomba enroscou no anzol. Sim, é isso mesmo. Ele teve a proeza de pescar uma pomba.

Aí fica a questão: imagine você lá, sussa no telhado, tomando um sol, quando chega um anzol de repente e te tira da tranquilidade?

tá tudo dominado

Meu blog foi invadido por alienígenas de Plutão que vieram atrás de risadas, vulgo “rs”. Só que eles não eram nerds o suficiente para entender que “rss” era diferente de “rs” e acabaram confundindo tudo.

Resultado: povoaram meu rss de remédios da indústria sexual e me obrigaram a mudar o template temporariamente.

Por isso, anuncio aqui que o blog está de quarentena e, assim que for curado pelo Tamiflu, voltará à programação normal.

yo no creo en brujas

Eis que estou na lojinha do posto de gasolina para efetuar o pagamento quando, não mais que de repente, me deparo com um daqueles RG´s perdidos que o povo deixa atrás do caixa caso o dono venha buscar. O RG estava longe, forcei os olhos para ler o nome. Putaquel, era de uma das minhas melhores amigas. E eu nem sabia que ela havia perdido o RG. Provei pra moça do caixa que eu a conhecia indicando a data de aniversário dela.

São Paulo tem uns 19 milhões de habitantes e sei lá eu quantos postos de gasolina.

Como assim, minha gente, como assim??

Tô indignada com as conexões cósmicas do posto da 13 de maio. Se alguém jogou na mega sena, recomendo uma passadinha lá no posto. Sei lá, pode validar os números com algum frentista.

Ah, sim, roubei a expressão ‘putaquel’ da Lelê.

quer emagrecer?

Não pergunte-me como.

Dica do Weno.