Category archives: Bacana

filosofia do dia

Roubei da coluna do DS.

qual o seu melhor?

Difícil definir o que é um momento. Mais difícil ainda escolher os melhores. Aqueles que você guardaria no armário do quarto, sabe?

Moments from Everynone on Vimeo.

Mais lindezas no Everynone. Dica da Tati Avila.

dona coló

Daí que em 2007 eu trabalhei na primeira festa do Flickr no Brasil e fui uma das responsáveis por escolher quais fotos de Flickeristas seriam expostas na exposição do Flickr no MuBE. Vi as fotos inscritas pelo menos uma 5 vezes cada uma naquela época.

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Um ano depois disso, resolvi fazer um mestrado para estudar publicidade e acabei escolhendo essa festa como ponto para o meu objeto de estudo. Mais uma vez, comecei a revirar as fotos e, por 2 anos, encarei esse material como meu objeto de estudo. Nesse caso, devo ter visto as mesmas fotos umas 2.717 vezes cada.

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Sábado passado, dois dias antes da defesa do meu mestrado, fui parar no Belém do Pará a trabalho. Como ninguém é de ferro, arranjei um horário para dar uma voltinha no Ver-o-peso e traficar jambu fazer umas comprinhas básicas. No meio da visita ao mercado mais famoso de Belém, vejo, em meio as barraquinhas que vendiam essências e incensos, uma cara conhecida.

- Peraí, te conheço!! (disse eu olhando pra moça)
- Hahaha, é mesmo? É que eu sou famosa! (apontou para as fotos dela com o Gugu, Dira Paes, etc)

E fiquei encucada de onde eu poderia conhecê-la. Sim, ela havia saído em uma série de reportagens de jornal e tal, tinha foto com uns famosos, mas até aí era improvável que eu pudesse lembrar daquela cara. Então percebi que ela era nada mais nada menos que Dona Coló, cujo retrato, lindamente feito por Gleice Bueno, havia sido selecionado e exposto na festa do Flickr em 2007. E cuja foto eu havia visto 2.722 (tiver que somar o 5 com o 2.717). As pessoas que estavam comigo não conseguiam acreditar que eu poderia conhecer alguma pessoa do Ver-o-peso. Nem eu acreditava na verdade, mas como sou pára-raio de maluco, estou mais acostumada. Resumindo: contei que a defesa do meu mestrado seria na segunda e acabei ganhando até uns tira-uruca dela, além de um patuá todo especial. Muito fofa. Aliás, o brinco de pimenta e arruda é genial.

Chegando no hotel, fui verificar o meu ppt do mestrado, só pra ver se estava tudo certo. Quando abri, reparei que eu havia colocado a foto dela como exemplo na apresentação. Não, eu não lembrava mais disso. Arrepiei.

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Por fim, defendi o mestrado e comprovei que Dona Coló tem reza forte mesmo: já posso ser chamada de mestra.

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Ah, só pra terminar, queria mandar um beijo pra minha mãe, pro meu pai, pro meu namorado, pros amigos todos e um especial pra Dona Coló.

gráfica fidalga

Tenho convivido muito com o mundo da ilustração e, mais recentemente, com o mundo da tipografia. Calma, não pensem que comecei a me aventurar por essas artes, afinal tudo tem limite. Mas é fato que ando sociabilizada com as serifas. Eis que o povo resolveu marcar uma visita à uma gráfica de lambe lambe. Ok, lambe lambe está na modinha hype street art, mas fiquei pensando com meus botões o-que-eu-vou-fazer-numa-gráfica??? Aliás, pra mim, a palavra gráfica costuma estar associada a dor de cabeça porque não sei que raios a gráfica sempre quer o arquivo em corel e o diretor de arte se recusa a fazer isso, explica que EPS abre em qualquer lugar e que a gráfica é uma incompetente. E o mundo sempre segue na discussão Corel ou não Corel, eis a questão.

Uma vez feito meu desabafo do vetor, voltamos à gráfica do lambe lambe. Continuava sem entender porque iríamos fazer uma visita à gráfica, assim, sem qualquer motivo. Aliás, aparentemente eu era a única fora de moda que não sabia que a tal da gráfica havia sido retratada num documentário super cool e que era legal ir até lá #mawa-out-que-só. De qualquer jeito, resolvi obedecer os amigos das tintas, peguei minha câmera e lá fomos nós à Gráfica Fidalga.

Seu Maurício nos recebeu gentilmente e pediu que esperássemos Carlinhos chegar. Enquanto isso, contou que a gráfica era antigamente na Vila Madalena, mas teve que mudar para Taboão da Serra. Ao ver a máquina, um modelo alemão de 1929, fiquei impressionada. Transportar as 9 toneladas de cá para lá não deve ter sido um job simples.

Enquanto nos mostrava os tipos (vulgo, letras), Carlinhos explicava exatamente o método para a elaboração de um lambe lambe. Eu jamais poderia imaginar o processo criativo-matemático pelo qual passa um lambe lambe. Primeiro Carlinhos monta o layout na mão, juntando letrinha por letrinha. Depois, com a ajuda de Seu Maurício, ele monta as letrinhas na chapa, calculando milimetricamente os espaços entre as letras. Aquilo tudo que o Word magicamente nos proporciona tem que ser feito manualmente. Depois vai tudo pra máquina, aquela de 9 toneladas, e começa o processo colorido. Bonito que só de se ver.

Além de entender o processo e ver a gigante alemã funcionando, posso dizer que a conversa com Carlinhos e Seu Maurício foi incrível. Trabalhando há anos juntos, dá para notar a harmonia bacana na composição da dupla. Realmente, conhecer a gráfica foi bem legal. E nem precisamos levar as frases em curva para o serviço sair lindinho #piada-diretor-de-arte.

Mais fotos no meu Flickr.

all we need

Amor numa sexta feira inspiradora.

Do Savage Chickens, via Zander.

mawaaaaaa

Se você tem dúvidas em relação à pronúncia do meu nome, fica a dica neste vídeo (0:09)

Indicação do Edu!

quando eu crescer

Quero tirar fotos assim quando eu crescer. E, se possível, morar numa casa que tenha essas cores.

dica pra vida

Coisa linda da Luiza Grosman vista no Don’t touch my moleskine.

se o meu tapete falasse

Via Tudo ótimo, babaca.

marmita dos céus

Marmita fofa de brigadeiro de limão siciliano que eu comprei hoje na Maria Brigadeiro.

Coisas lindinhas dão gosto de ver, né?