andando em círculos
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Elas são lindas e nem mesmo sabem o motivo. Uma afirmação sem questionamento torna-se apenas uma constatação. Tenho que ser bem sucedida, tenho que estar na moda, tenho que responder à altura de tal coisa. E daí? Que altura é essa que às vezes parece esbarrar no céu? Não saber o que fazer com isso é natural, mas envolve uma série de riscos e coisas que crescem com a intempestividade característica de terremotos. Pânico, fobia, controle. O que viemos mesmo fazer aqui? Ou melhor, o que viemos mesmo sentir aqui? Talvez o estar se projete sobre o ser. Talvez a cabeça tente entender o que nem mesmo o corpo sente. Talvez a carroça esteja na frente das zebras que, lista sim lista não, acordam para decidir se hoje é dia de ser um boi ou uma libélula. Ao menos elas decidem o que querem ser quando acordam. *** Eu acordo para rir. E você? |
Linda!
Eu quero ser você quando crescer..rs!
Mas a partir de agora, acordo pra ser borboleta..