Vou ali voar e já volto.
Foto dele.
O bebê mexia o pescoço pra baixo e pra cima enquanto eu fazia percussão no ritmo do aparelho que controlava sua respiração. Ele não sorria, ele não falava, ele não emitia sons. Mas sua dança tímida de pescoço me motivava a continuar com a música, mais e mais.
Tem cena que simplesmente não sai da cabeça.
Tóxico. Que vicia que nem chocolate derretido em cima de sorvete de mais chocolate. Fico pensando se é possível querer mais. É?
Tem coisa que não dá pra largar. Simples assim.