O bebê mexia o pescoço pra baixo e pra cima enquanto eu fazia percussão no ritmo do aparelho que controlava sua respiração. Ele não sorria, ele não falava, ele não emitia sons. Mas sua dança tímida de pescoço me motivava a continuar com a música, mais e mais.
Tem cena que simplesmente não sai da cabeça.
4 Responses to “não sai da cabeça”
in order de entender, voce fala sobre vivencia no hospital desta forma piegas para:
as pessoas pensarem nossa como e ela e legal e sensivel demais. Como ela se doa para essas criancinhas sem pedir nada em troca.
ou
arrumar uma marido, já que comparando com estas pessoas e suas chagas, dores, incapacidades e suas mazelas ate eu (vc) pareco uma pessoa legal e interessante.
Pred,
Eu falo disso porque eu quero.
E você? Por que você lê?
Lame… E pensar que eu tive meus momentos de entrar no blog dos outros e criticar o comportamento alheio… Me desculpem…
mas sooooooobra tempo hein