Comer bem é inevitavelmente bom. Sua mente muda de humor, seu corpo indica para o seu cérebro que aquilo é gostoso e o mundo fica mais feliz. Por isso, resolvi listar alguns pequenos prazeres bem localizados em Sampa. Ah, vale lembrar que todos eles têm um ponto em comum, que, aliás, aprendi com uma querida: os ingredientes dos pratos têm um motivo real de estarem lá.

Paad Thai do Mestiço: talharim tailandês com frango, broto de feijão, amendoim, camarão seco e especiarias. Eu nem curto muito broto de feijão avulso, mas ele dá um crocante ótimo no macarrão apimentadinho.

Pato no Sal: pato ao molho de vinho, purê de mandioquinha, cebola caramelada, banana-ouro assada. Lugar moderninho de ótimo bom gosto e sem salto alto. Tudo lá é uma delícia, incluindo o chef de cozinha Henrique.

Bauru do Ponto Chic: rosbife frio, mistura de queijos quente, pepino, tomate, pão francês. Quem inventou a mistura de queijos do Ponto Chic é um ser abençoado. O grupo de queijos se dá tão bem, mas tão bem, que até tenho a sensação de que eles estão sempre felizes em roda cantando Aquarius.

Batata na Batataria: batata suíça recheada com presunto cru com queijo brie, acompanhada de salada de folhas verdes, pêra e brie. Sou suspeita para falar, já que o restaurante é dos-amigo-tudo, mas a batata de lá é sensacional. Aliás, a batata, a cor das paredes e a trilha sonora estão de parabéns.

Picanha invertida do meu irmão: picanha virada ao contrário, recheada com queijo, assada na churrasqueira. Mal ae, mas essa é só para os íntimos mesmo. Fazer a picanha é praticamente um ritual sagrado do irmão que, com seu jeitinho ogro, deixa a picanha deliciosa.

Sushi no Mori: falar de restaurante japonês é sacanagem, já que tem vários bons por aí. No conjunto da obra, fico com o Mori. Tudo sempre fresquinho e com sabores que aguçam sua língua. Mas eu sou louca por shimeji, então não posso deixar de listar o Aoyama, com o melhor shimeji da capital garoense. E no quesito ambiente, o Tanabe leva a medalha, já que é dentro do clube e você pode comer de canga e biquini.

Por enquanto é isso. Engordei uns três quilos só escrevendo o post e, por isso, deixarei as dicas doces para outro momento.

Ô dilíça.


One Response to “prazer na ponta da língua”  

  1. 1 Denise Baum

    Adorei as dicas … hehehe…
    melhor de todas: Tanabe (de bikini e canga) água de côco pevê de chocolate do Amor aos Pedaços … domingo perfeito … hehehe

    Aliás, melhor q isso é só poder entrar na cozinha pra gritar com o cozinheiro na hora da fome … hahahaha

    beijo!

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