Tem hora que a cena persegue o palhaço. Estou lá, tranqüila no hospital, higienizando as mãos com álcool. O álcool fica pendurado na parede – com aquela ‘alavanca’ que nem de sabonete líquido – e temos que fazer esse procedimento entre um quarto e outro.
Sem querer, apertei muito forte a alavanca, o álcool bateu na minha mão e foi direto pra boca. Comecei a tossir e fazer cara feia. O médico anunciou: Ih, a palhaça está alcoolizada!
Pronto, estava feita a cena. Rebuliço, risos e uma palhaça bêbada no corredor do hospital.
One Response to “é só existir”
Muito IC! bom IC!
Beijos com bafo de pinga.