Monthly archives: June 2007

ufa!

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E ainda há poesia no cinza da Berrini.

belezuras gráficas

Gosto do ilustrador, gosto do ilustrado e adoro palhaços psicodélicos.

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Foda, né?

segredo

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Era uma vez um morango que achou que era o Dois Irmãos. E que ligava o Leblon à Barra.

Update: Cariocas reclamaram. Disseram que o Dois Irmãos é, na verdade, a ligação entre Leblon e São Conrado. Com a Rocinha incluída. Só alterei o post porque acho compreensível esse preconceito com a Barra. Tem muita idéia fraca por lá, desde aquele shopping que tem a Estátua da Liberdade até todos os estabelecimentos com nomes miamenses. Só falta colocarem flamingos empalhados por lá.

não consegui falar nada

Encontrei um vizinho que perdeu a mulher há uma semana.

Incrível como a morte tira as palavras de nossa boca. Onde será que elas vão parar?

hilário

Quando você acha que a segunda-feira já deu tudo o que tinha que dar, uma alma bondosa te envia algo engraçado o suficiente para soltar 1,2% dos seus nódulos nas costas.

O melhor de tudo é que o vídeo me lembra muito um clown-amigo meu. Muito muito muito. Muito mesmo.

os percursores

Nos meus tempos de cabelo comprido, rolou uma banda de um dia só. ‘Um dia só’ porque fizemos coisas unitárias: um show só e um clipe só. Mesmo sendo rápido, foi uma época bem bacana. Achei o clipe que gravamos no Teatro Philip Kotler, lá na ESPM.

[video]http://www.youtube.com/watch?v=PVFN6elZbuI[/video]

Percursores – A banda de um dia só 

Voz e violão: Lucas Mayer (mais algumas coisas que ele faz)

Cajón: Pithy (é ‘o cara’ do cajón aqui no Brasil)

Bongô: Barba

Sapateado: eu mesma

ficou faltando

Já escrevi muito do Slava por aqui, mas faltou um último – e ótimo – detalhe. Durante o show inteiro, você leva na cabeça um monte de neve de papel picado. Quando eu digo um monte, é um monte mesmo. Olha só como ficou a platéia depois do show:

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Agora, avalie a cena: meu pai sai do show e começa a procurar algo nos bolsos. Procura no bolso da camisa, no bolso direito da calça, no bolso esquerdo, nos de trás e nada. Olha de novo para a platéia coberta por papel picado e diz Acho que eu perdi o papel do estacionamento.

Sensacional. Depois de uma breve tentativa de busca do papel lá dentro, decidimos que era mais fácil explicar o caso para o moço do estacionamento do que ficar lá, navegando pelo mar de pedacinhos brancos.

quase um brinde

Hoje vi ao vivo um iPod Shuffle.

Acho que meu conceito de iPod anda ultrapassado, já que aquilo para mim era um broche.

passatempo

Jogo sensacional. Por um pedaço da trilha, você deve adivinhar o filme.

Dica do S&H.

escolhas

Rolou um encontro com o pessoal do Slava na sede do Doutores da Alegria. Foi um bate papo muito legal e o Jef Johnson, depois da conversa geral, se aprofundou em alguns assuntos com um grupinho de pessoas, dentre elas o Alê. O Jef praticamente deu uma aula em poucos minutos. Aqueles minutos que a gente demora horas para digerir e compreender tudo o que o cara falou. Mas algo muito bonito foi a comparação que fez com um calhamaço de folhas. É simples irmos da primeira até a última folha de uma vez só. Mas pode ser muito mais legal ir de folha em folha, sem pular as etapas. Segundo ele, esse é um dos maiores ensinamentos do próprio Slava. Hoje encontrei essa imagem aí, na Rojo Magazine, na qual pessoas são as folhas que são o livro. Bonito, né? Dá até para evoluir o pensamento que o Jef apresentou.

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E o mais legal é que cada um lê o livro que quer.