pelo mundo
Ou Seu Eduardo, que numa noite regada ao som da sanfona e triângulo, me contou o causo do filho que vivia nas cachoeiras, ficava tanto dentro d’água que pegou uma dessas doenças e morreu… de tanta água.
Impressionante como às vezes vamos tão longe para nos auto-entendermos. Histórias desse tipo, de gente que a gente nunca viu na vida e que tem uma vida deveras diferente da nossa. É tão diferente, mas tão diferente, que é quase impossível acreditar que buscamos todos os mesmos valores. Chega uma hora em que não interessa mais se você sabe o que é Ctrl+Z ou se você sabe manusear uma enxada. No fundo somos todos seres humanos, movidos a paixões e essência.
Ah, esse trecho aí em cima é de uma querida minha, que está participando de um concurso, desses que os amigos têm que votar para ajudar na classificação. Abre parênteses - essa é a hora em que você entende que deve clicar no link, apreciar a história dela e votar - fecha parênteses. Ela prometeu que, se ganhar o mochilão, traz uma lembrancinha para cada um que votou.



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