Monthly archives: March 2007

conte pralguém sobre hpv

Contepralguem

Conte pralguém é uma campanha de saúde cujo principal objetivo é informar e conscientizar a população sobre a necessidade de prevenção e as conseqüências das doenças relacionadas à infecção pelo HPV (papilomavírus humano), um vírus comum que afeta tanto homens quanto mulheres, e que é uma das principais causas de câncer de colo do útero.

Antes de ser impactada pela campanha contra o HPV, eu já havia tomado a vacina, afinal meu pai é médico e é meu pai, se é que me entendem. Depois de tomar a vacina e encher o saco de algumas amigas para que tomassem também, me deparei com esse postal aí em um restaurante. Confesso que o desenho me chamou a atenção pela idéia do boca a boca, mas quando vi do que se tratava achei de muitíssimo bom gosto. Ora, conte pralguém. A novidade é boa. O futuro é sermos vacinado contra câncer, sendo este o mal da geração. As pessoas estão vivendo muito, por isso chegam num estágio em que o câncer começa a atacar. Nada mais óbvio do que termos avanços tecnológicos para conter a degeneração das células. E como o meu know how de hospital é focado na área de palhaça, sugiro que tirem suas dúvidas mais profundas no blog da campanha.

Quem puder tomar a vacina, just do it. Minhas experiências com câncer, nas quais meu pai bateu na trave e voltou, já me mostraram que não é nada legal brincar com o assunto.

yahoo! repórter

Eu não tenho filhos e, portanto, não sei exatamente qual a sensação. Mas tô me sentindo que nem mãe quando apresenta o ‘filho médico’ pra alguém, com o maior orgulho do mundo. Sim, eu sou publicitária e meu irmão é médico e sei bem como é mais legal para a mãe dizer que o filho dela é médico e, só se a pessoa perguntar, ah, minha filha é estranha publicitária. Mas mãe, não se preocupe com isso, essa questão já é super resolvida na minha cabeça.

Então aí vai o meu projetinho querido do trampo no meu post-jabá-descarado, tanto para aqueles que são meus amigos e não conseguem entender direito o que eu faço no trabalho quanto para aqueles que ainda estão na faculdade e vão curtir o projeto Yahoo! Repórter.

Dois caras que ainda estão na faculdade poderão cobrir o Pan de um jeito bacana, falando de tudo que está ao redor do Pan. O que eles produzirem vai para o blog Yahoo! Repórter. E pra fechar com chave de ouro, vão ganhar pra isso. É mole, merrrmão?

Ah, o Merigo, do Brainstorm9, apontou um ponto interessante sobre o COB. Vale a leitura.

Esse aí é o cartaz. Não é uma graça?

cartaz_universidade_y_d.jpg

monty python

Jogão. Sensacional.

[video]http://www.youtube.com/watch?v=0xpNj9nhoH4[/video]

dia do circo

Circo

Essa é a primeira vez que brinco com sobreposição digital, inspirada pelo belíssimo trampo da Márika. Homenagem ao Dia do Circo. E como não custa lembrar: pretigiem a arte nacional, o circo nacional e o valor nacional.

Ah, as duas fotos utilizadas na sobreposição foram tiradas no Circo Vox, com um intervalo de mais de um ano. Bacana isso de sempre poder modificar o sentido/contexto das fotos.

jericoacoara roots

Era uma época em que eu não ganhava dinheiro e, por isso, queria fingir que não gastava. Isso, aliado ao espírito roots, me colocava em viagens onde o lema era gastar menos e experimentar outros mundos. Lembro das exatas 6 horas dentro do pau de arara que perseguia o pó das terras cearenses. Chegamos na feira da cidade perguntando qual seria o jeito mais barato de ir até Jericoacoara. É naquele pau de arara ali, moça. Mas cuidado, porque, branquinha desse jeito, o sol vai te avermelhar. Conselho recebido e resolvido pelo fator 30 na minha mochila. O problema era que o fator 30 não me protegeria da cabeça quente e, com certeza, empoeirada iria ficar. Resolvo percorrer a feira para achar qualquer coisa que abrigasse o coco. Um chapéu qualquer, mas com uma única regra. Me negava a percorrer o Brasil num pau de arara vestindo um boné da ‘Nyke’. Ou um chapéu de qualquer time americano de basquete, cujo nome os cidadãos daquela cidade pronunciavam das maneiras mais caricatas possíveis. Como as ofertas da feira se reduziam a esses modelos americanóides, resolvi entrar numa loja de tecidos. E o problema do coco quente foi camuflado por faixas de tecido florido envolvendo a cabeleira. Sim, assim eu aceitava comer o pó da terra. Tecido e águas comprados, subimos no pau de arara. Eu, amiga, dois italianos e duas nativas, uma com criança de colo e outra com criança de pé. Não faço idéia de como os italianos foram parar lá, mas sempre existe um gringo bizarro nessas situações.

Enfim, começamos a viagem. O banco batia bem no ossinho lá debaixo, o que fazia você lembrar do assento por, no mínimo, 5 dias. Tudo bem, não havia dinheiro para um upgrade mesmo. As crianças suavam tranquilas, pareciam já conhecer o trajeto e não mais estranhavam nada a não ser os gringos. Hora da primeira parada. Pausa para fotos, daquelas que comprovam que você realmente se meteu naquilo. Pausa também para restaurante sujo, pão de queijo sujo e constatação de que o seu corpo é mais forte do que você imagina – nada que um vermífugo não resolva. Depois, volta ao pau de arara. É hora de seguir viagem. Subimos, acomodamos os mesmos ossos sobre o metal do banco e tudo segue. No ouvido, discman tocando Zeca Baleiro, mais precisamente, a música Bienal. Não me perguntem por que eu lembro de ter escutado essa música. Só sei que, na hora, ela fez um imenso sentido pra mim, de modo que hoje em dia é impossível escutá-la e não lembrar da epopéia.

Em meio ao monte de cidadezinhas percorridas, todas diferentemente iguais, lembro da criança de colo. Aliás, foi ela que me fez lembrar dela, já que comecei a sentir um líquido quente caindo direto no meu pé. Sim, foi isso mesmo. Nada que o sol não secasse rapidinho – lembre-se que a água potável era escassa e não fazia sentido utilizá-la para limpar meus dedinhos. Mais uma vez, a constatação de que nosso corpo é mais forte do que imaginamos. Eu não iria pegar nada esquisito se não limpasse o pé em menos de 4 horas. Pelo menos, preferia acreditar nisso.

O restante da viagem foi tranqüilo, bem finalizado com a vista do final da tarde de Jeri. E com um belo banho, que tirou o pó, mas não as lembranças.

só rindo

Essa cara vai ser muito do bem quando ele crescer.

explosão

Chorar é que nem rir, só que ao contrário.

voando

Kiwi é um pássaro que, em tese, não consegue voar.

[video]http://www.youtube.com/watch?v=sdUUx5FdySs[/video]

Já pensou em quantas coisas poderíamos encarar de um jeito diferente e, por que não, voar?

adoção no tabuleiro

Finalmente entendi. Brad Pitt e Angelina Jolie estão brincando de WAR. Já marcaram território no Camboja, na Etiópia e no Vietnã.

Queria que eles adotassem alguém de Madagascar ou de Vladivostok. Seria bacana.

estilo

Bacanérrimo

Moço na marginal, hoje pela manhã.