Campanha que eu achei sensacional, com o objetivo de sensiblizar a população em relação ao mal que o CO2 faz.

Afinal, o que é mídia mesmo? Qualquer coisa. Via Buzz is media.
Campanha que eu achei sensacional, com o objetivo de sensiblizar a população em relação ao mal que o CO2 faz.

Afinal, o que é mídia mesmo? Qualquer coisa. Via Buzz is media.
Ih, é festa de publicitário? Não posso ir então, não tenho All Star.
Ouvi essa frase há um tempo atrás e tenho que concordar que All Star é coisa de wannabe, de alternativozinho do Espaço Unibanco, de “tão autêntico quanto igual”. Mas o fato é que é legal e pronto. Além de tudo isso, no meu caso mais do que pessoal, o All Star faz um som legal no chão, ótimo para quem faz percussão corporal e não quer acabar com o joelho para conseguir um pouco mais de volume.
Nesse mesmo assunto, tenho que parabenizar o site do All Star Russo. O traço do desenho, a navegação, a esteira com a linha de produtos, as coisinhas escondidas no site, tudo bonito, cool e jovem, exatamente o que o tênis se tornou ou sempre prometeu ser. Só tem uma coisa que cutuca, bem lá do inconsciente – eu sei. O lance de intersecção de culturas, All Star russo, quer coisa mais Guerra Fria que isso? Lembrei de um DVD do Paul McCartney que mostra um show que ele fez na Praça Vermelha, em Moscow. Para quem se interessar, o filme documentário se chama Paul McCartney in Red Square e mostra todo o contexto de entrada de um ex-Beatle na Rússia, já que antigamente a galera chegou a contrabandear os hits dos moçoilos porque era tudo proibido por lá. Imaginou o Paul cantando “Back in the URSS” nesse show?
Pode até ser viagem minha, mas esse site do All Star Russo me trouxe isso à cabeça. Um tênis com origens no basquete, popularizado por James Dean e John Travolta, com um belo site na versão russa.
Essa eu recebi por e-mail, mas achei totalmente adequada à categoria ‘Frases’:
Calorias são pequenos animais que vivem dentro dos armários e que, durante a noite, apertam a roupa das pessoas. Por autor desconhecido, pelo menos por mim.
Pertinente para uma segunda-feira, não?

Presentinho que ganhei do meu diretor de arte preferido. Diz aí se ele não é foda… Talento pouco é bobagem. Querido, obrigada. Agora eu tenho o All Star mais legal do mundo.
Uma matéria da Folha trouxe uma enquete interessante: eleja o mico do ano. Os caras da Folha listaram 15 episódios:
Sendo muito preguiçosa, sem fazer nenhuma pesquisa rápida pela Internet, posso dizer que, desses 15, 7 rolaram pesado no You Tube (Cicarelli, Vanucci bêbado, senhora orgasmática, Dolabella X Gordo, sou-o-CEO-da-minha-vida, explosão do Kramer, Clô político). Ou seja, metade dos “micos do ano” só chegaram à massa por causa da Internet. É praticamente uma inversão de massa e nicho. Se considerarmos uma vida sem Internet, qual seria o alcance da senhora que teve orgasmos com Roberto Carlos? (obs: peguei exatamente o exemplo global para falar de alcance). A Globo é grande, Manoel Carlos é influente, mas isso não é tudo. Apenas algumas pessoas viram o depoimento em real time. A maioria acabou vendo depois, naquele tal de You Tube, sabe aquele site que coloca os vídeos na Internet? Pois é.
Isso tudo sem considerar os micos que se expandiram via e-mail, Orkut e por aí vai. Se meu pai, que só chegou perto de um computador quando percebeu que poderia controlar o banco dele e mandar fotos para os amigos, chega em casa me perguntando do vídeo da moça que transou na praia, algo está mudado. E o que os protagonistas dos micos têm que perceber é que o conteúdo na Internet é livre, gerado por usuários para usuários. O canal, o site hospedeiro, o local de publicação não é responsável por isso. Ele pode até vetar conteúdo não adequado ao suposto público-alvo, mas brasileiro é brasileiro e não desiste nunca. Se não publicar aqui, ele publica ali, acolá, em qualquer lugar. A Internet virou um grande microfone de coisas. Basta uma palavrinha perto do microfone para que ela vire um grito.
Querem acabar com a minha infância. Primeiro morre Momofuku Ando, o moço que inventou o miojo e o CupNoodles. Depois morre Iwao Takamoto, o moço que criou o Scooby Doo.
Agora só falta deixarem o You Tube totalmente fora do ar. Aí sim acaba minha infância tardia.
A Cicarelli não sabe brincar, a Cicarelli não sabe brincar.

Cyber em cidadezinha na Bahia. Oferece Yahoo, MSN, Uol e Google. Acho que se eu quisesse acessar algum outro site teria que ser via Google, né? Ou Yahoo Search, sei lá.
Existem frases que, de tão simples, chegam a ser geniais. O rosa é o vermelho mais devargazinho, disse uma criança. Sensacional. Eu, como boa redatora, adoro ler tais frases, talvez por me apresentarem novas maneiras de escrever o mundo. Por isso, criei uma categoria nova no blog, intitulada ‘frases’ (mais óbvio impossível). Inaugurando a categoria, aqui estão alguns dizeres de encontros e desencontros meus:
O avião é um ônibus que voa. De três rodas. Por Luiz Eduardo, menino do banco da frente do avião.
Uma mulher resiste a 50 cantadas de homens diferentes, mas não resiste a 50 cantadas de um homem só. Por Zé Pinto, taxista, indo de Itamaraju a Cumuruxatiba.
A sensibilidade só nasce com uma ponta de curiosidade. Por uma-conversa-qualquer, durante um passeio na praia.
Caipirinha boa é só com cachaça boa. Nem me venha com 51 ou Velho Barreiro. Por Rui, dono do restaurante Catamarã.
Música antiga é boa porque tem história. Esse tal de funk, hip hop… Não valem nada. Por Edgar, taxista de Vitória, cantarolando Nelson Gonçalves.
Muita farofa é sinal de pouca carne. Por senhora que a Vilma conheceu no metrô.
Essas daí são só algumas que me lembro agora. Se alguém aí tiver sugestões, fique à vontade. Como fonte inspiração, deixo: Água mole, pedra dura, tanto bate até que acaba a água.
Nas minhas andanças entre areias da Bahia, Espírito Santo e Rio, encontrei muito hippie pela frente. Como as próprias cidades em que fiquei ainda estavam se preparando para o “verão”, que na concepção turística só começa no dia 27 de dezembro (?), os hippies também estavam chegando nos lugares, ordenando seus trabalhos e começando com preguiça o momento alto de suas vendas. Comecei a reparar nas estratégias de cada um. A Silvana, de Itaúnas mesmo, aposta no relacionamento. Ela se aproxima, começa a conversar, é engraçada, vira sua amiga, já que a amizade é mais importante do que o dinheiro. Nesse papo todo de gosto de trocar energias com os turistas que chegam aqui, ela arranja companhia para si própria, consegue formar turmas de pessoas pois faz questão de apresentar todos seus novos amigos e, por que não, ganha várias cervejas ao longo do dia, já que vamos pagar uma cerveja para a Silvana, não custa nada… Não preciso nem dizer que, depois de toda essa vivência, você escolhe algum artigo da Silvana e acaba efetuando a compra.
Mas a hippie que mais me impressionou foi outra, cujo nome eu não lembro. Gostei do trabalho dela, chamei minha amiga e lá fomos as duas pechinchar (se uma da lodjinha já é difícil, imagine duas juntas!). A hippie cedeu fácil e deu um belo desconto. Ao saber que estávamos indo embora no dia seguinte, se arrependeu. Se eu soubesse que vocês estavam indo embora, não teria feito desconto. Só tava vendendo assim para que vocês usassem os brincos na cidade, as outras meninas vissem e a minha arte virasse a moda do verão. Então tá. Ela se perdeu um pouco na identificação de público alvo que atendesse à demanda estratégica do boca a boca. Mas que era uma hippie coolhunter, isso era.
Foi aterrorizante ver Efeito Borboleta e ir percebendo, ao longo da história, que eu já tinha visto o filme e não lembrava.
Eu sei que eu durmo em muitos filmes e que minha memória não é tão boa para isso. Mas nem sequer lembrar que eu já tinha visto o filme? Medo, muito medo.