Ih, é festa de publicitário? Não posso ir então, não tenho All Star.

Ouvi essa frase há um tempo atrás e tenho que concordar que All Star é coisa de wannabe, de alternativozinho do Espaço Unibanco, de “tão autêntico quanto igual”. Mas o fato é que é legal e pronto. Além de tudo isso, no meu caso mais do que pessoal, o All Star faz um som legal no chão, ótimo para quem faz percussão corporal e não quer acabar com o joelho para conseguir um pouco mais de volume.

Nesse mesmo assunto, tenho que parabenizar o site do All Star Russo. O traço do desenho, a navegação, a esteira com a linha de produtos, as coisinhas escondidas no site, tudo bonito, cool e jovem, exatamente o que o tênis se tornou ou sempre prometeu ser. Só tem uma coisa que cutuca, bem lá do inconsciente - eu sei. O lance de intersecção de culturas, All Star russo, quer coisa mais Guerra Fria que isso? Lembrei de um DVD do Paul McCartney que mostra um show que ele fez na Praça Vermelha, em Moscow. Para quem se interessar, o filme documentário se chama Paul McCartney in Red Square e mostra todo o contexto de entrada de um ex-Beatle na Rússia, já que antigamente a galera chegou a contrabandear os hits dos moçoilos porque era tudo proibido por lá. Imaginou o Paul cantando “Back in the URSS” nesse show?

Pode até ser viagem minha, mas esse site do All Star Russo me trouxe isso à cabeça. Um tênis com origens no basquete, popularizado por James Dean e John Travolta, com um belo site na versão russa.


One Response to “back to the urss”  

  1. 1 Lili

    Acabei de comprar um All Star de cano alto para minha vovó, que agora desenvolveu uma mania de ficar tirando os sapatos o tempo todo. Ela agora é a velhinha de 85 anos mais hype da casa de repouso!

Leave a Reply



Social Bookmarking

 
vpnMp3 sale