Monthly archives: October 2006

censurado

Erasooquefaltava

Hoje um amigo meu mandou isso. Disse que deu na tela dele quando tentou acessar meu blog. Será que é por causa das fotos dos moços aí embaixo? Será que eu escrevi alguma palavra chula demais? Será que o sistema dele é muito conservador?

Sei não. Logo hoje que nem estou de decote. Vá saber…

adorno

Hoje é dia de ganhar presente.

O blog ganhou essa abinha aí em cima, chamada “arquivos” ou, para quem preferir, “tudo aquilo que a gente escreveu por aqui, de maneira organizada”.

Vocês, leitores, ganharam de presente uma bela indicação. A dica de hoje é o Aporias, blog do Carlos. A propósito, não o indico apenas por ter gentilmente me ensinado a fazer esse lance dos arquivos, mas também porque seu blog é um cardápio muito bem recheado de música de tudo quanto é lugar. Dá uma bela diversificada no repertório, principalmente no meu caso, que me interesso demais pela música brasileira – e acabo esquecendo de todo o resto. Hoje mesmo caí nas graças do Roberto J. Rodriguez, que mistura música cubana com judaica. Sensacional.

E eu ganhei de presente vocês, o Aporias, o e-mail do Carlos, os arquivos, o blog e o bom dia do zelador.

culpa do cigarro

Fim de semana explosivo. A desconfiança que pode surgir em momentos de tensão em Zona de Guerra, os momentos de tensão e a jogada de culpa em O que você faria e a complexa jogada de culpa em Inocência. Como conclusão – ou ponto de partida – a sensação de viver eternamente imaginando coisas que se expliquem e, por favor, tirem a culpa de mim e a joguem em qualquer outro. De preferência, qualquer outro que eu não conheça. Só assim a culpa vai para longe, bem longe daqui.

Se eu tivesse um posto de gasolina - trecho de Inocência – bastaria um cigarro para tudo explodir.

só quatro palavrinhas

Tudo de bom

Acabei de saber que o Gianechinni separou da Marília-Gabi-Gabriela-Verde-Amarela. Com isso, começa a temporada de caça na Ilha de Caras. Ainda bem que eu ainda não comecei a usar Renew e ainda estou com as linhas de expressão intactas, sem intervenções cremosas. Afinal, o cara gosta de pessoas vividas, né? Agora só falta eu encontrar o mapa da tal da Ilha onde aquelas pessoas se reúnem.

Tudo de melhor

Falando em ilhas, outro fato importantíssimo que eu tenho esquecido de divulgar: dou um pote de Nutella para quem resumir o Lost (bem resumido) até o capítulo em que o Rodrigo Santoro dá o ar da graça. Só assim eu posso começar a assistir esse troço aí, que todo dia é assunto na hora do almoço.

Bom, para qualquer um dos dois maravilhosos, só tenho quatro palavras a dizer: ê lá em casa! (leia essas palavras com a entonação de um pedreiro barbudo, com regata cinza suada e o cigarro caído do lado esquerdo da boca)

se dar, se der

Uma amiga começa essa semana como palhaça no hospital, comigo. Um amigo se matriculou num curso de contador de histórias para fazer trabalho social. O secretário da saúde da cidade no interior da Paraíba me escreveu, contando bons resultados de uma ação contra a desnutrição que eu mais alguns ajudamos a realizar por lá.

Três histórias distintas e felizes. Como base, “se dar”. Sim, porque é isso que alguém que opta por um trabalho voluntário promete. O melhor de tudo isso é que, no meu caso, eu não atingi apenas o público alvo da ação. Eu cheguei a contaminar pessoas ao meu redor para que também fossem por esse caminho. Em momento algum eu preguei qualquer coisa ou pedi ajuda. Eu simplesmente estava fazendo algo que achava que deveria fazer e que tem me dado um retorno lindo. E essas pessoas resolveram aderir. Perdão pela falta de humildade, mas isso é do caralho. Ui, outro perdão, agora pela palavra densa. Mas o peso da expressão vale o momento.

Um outro cara que participou da ação na Paraíba me disse é, o que a gente fez foi bom, mas a situação voltou à mesma agora. Oras, seria deveras presunçoso achar que a gente acabaria com a desnutrição local. Pelo menos posso ter a certeza de que ajudei um grupo de crianças. É muito provável que eu nunca mais veja esse grupo na minha vida inteira. Só que eu sei que dei um pequeno empurrãozinho para que cada um pudesse ter mais tempo na vida inteira dele.

De presente para vocês, um vídeo com uma proposta de “se dar”. É diferente do que eu fiz e faço, mas é um jeito de se dar também. Espero que seja inspirador.

referência

Gostei da foto desenho-pessoa-desenho:

Richard Prince

Tem uma outra do Tom Cruise bem interessante.

arriba

A downbar saiu da depressão e voltou a seu estado normal de ser. Sidebar, welcome back.

Também, depois de um fim de semana de amigos, areia, sol, meditação, trilha, churrasco, fotografias e risadas, ela melhorou muito (aquelas que se confundem com a própria sidebar). É que o blog sou eu, eu sou ele e é isso aí.

jururu-bar

Minha sidebar (aquela coisa que ficava aí ao lado) tropeçou e se machucou. Tadinha, vai ficar um pouco lá embaixo, enquanto eu não tenho tempo de ajudá-la. Portanto, chama-se a partir de hoje downbar.

Enquanto eu descubro o mistério de como minha downbar pode voltar a ser a minha sidebar, deixo um desafio: se você conseguir me explicar essa campanha da Puma, você leva um prêmio genial. Um prêmio muito mais legal do que essa máscara de macaco pronta para imprimir.

Boa sexta. Bom fim de semana. Happy Hanukah. Inté mais vê.

music in tube

O projeto Undersound propõe um integração sócio-musical no metrô. Você pode deixar uma música para alguém pegar em outra estação e fazer o download de alguma deixada por lá. Tudo via celular. Na central, a pessoa pode ver em qual estação a música foi cedida pela pessoa. Ou seja, uma maneira interessante de categorizar grupos musicais. Se fosse em São Paulo, gostaria de ver a diferença entre as listas do Paraíso e da Corinthians-Itaquera. No mínimo, interessante. Aliás, bem interessante para alguma banda que tope fazer uma divulgação guerrilheira de suas músicas. Já pensou um lançamento underground de um CD? A mídia espontânea é garantida. Rede social já é a palavra da moda, vide Orkut, Second Life, You Tube, Flickr. Enfim, toda e qualquer maneira de interagir possibilitada pela tecnologia. Já pensou?

Bandas londrinas, ao ataque.

mãe, eu quero


Tudo de bom esse desenho. Pinguins são fofos. Sapateado é irado. Pinguins que sapateiam como humanos são mega-fofos-e-irados. O movimento é perfeito.
Mal posso esperar para ver o filme, com essas coreografias. Ô coisa linda!