Gente coisa é outra fina
Ontem fui dar uma de chique, no Café Suplicy. Quer dizer, sempre achei que o Café Suplicy era coisa de gente chique.
E não é que eu chego lá e tenho que me servir, no melhor estilo bandejão? Pior ainda, eu tenho que pagar antes, numa fila que-nem-de-acampamento, depois tenho que esperar de pé, depois tenho que levar minha própria bandeja até a própria mesa que eu mesma encontrei (ou tive que esperar vagar).
Tsc, tsc. Para pagar onze-e-cinquenta num frapê de ovomaltine (so sorry, nenhum supera o original do Bob´s), quero garçons modeletes de cabelo enrolado, tatuagem e pele jambo sorrindo na minha mesa e anotando os pedidos. Faça me o favor. Pedi demais?
Bah. Mas que mania de escrever as coisas separadas com hífen para-que-as-pessoas-leiam-num-respiro-só.
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Hoje almocei no NYC NYC. Homenagem ao 11 de setembro, né?



Tu tá é fresca, hein? Hahahaha…
UAHAUAHAUHAUHA
Adorei, Mawex!
De que adianta ficar olhando pra peles de jambo tatuadas…?