Eu, você e todos nós é um filme muito louco. Dono de uma poética genial, consegue mostrar o romantismo por trás da bizarrice da sociedade. E vice versa. Na primeira cena já é possível ver a maneira como a atriz/diretora/artista plástica Miranda July se relaciona com a vida. E como idéias sensacionais podem ser extremamente simples. A partir daí você encontra os diversos níveis de solidão, que vão desde as crianças até o personagem mais velho. As histórias se entrelaçam quando você menos espera, questionando até mesmo os limites da tecnologia. Como se não bastasse tudo isso, a fotografia de Chuy Chávez é lindíssima.
))(( forever. Esse símbolo do filme traz uma idéia ingenuamente infantil e extremamente romântica. Aquelas coisas que te fazem pensar por horas e horas a fio.
Nossa, quanta melação. Acho que o período tenso do mês está se aproximando… Mas as cenas dos sapatos YOU and ME é tão lindinha (ui, prometo que eu paro agora)
5 Responses to “Macaroni!”
Mawá querida!!!Fazia um tempão que não visitava seu blog…Que delícia fugir um pouco da loucura…Imergir em mundos paralelos depois de uma semana de realidade cruel que me trouxeram uma crise de estress…
Eu tb vivo num mundo paralelo…Quando não o visito…fico estressada…
SAudades de você mulher! Quando vamos para uma cervejinha com a Sasá? Acredito que seria o máximo…Tem festa semana que vem…Projeto Cru…Vamos?
Beijos,
Flor
Mawá,
Preciso ver esse filme! hehehehe
beijos,
abelardo
Desde que assisti esse filme, já ouvi os comentários de várias pessoas. Cada uma conta de um detalhe diferente, alguns dos quais eu nem me lembro.
Isso já é suficiente para se ver como esse filme é extremamente genial.
[...] A 27° edição da Bienal São Paulo está uma delícia. Muitas obras sugerindo a interatividade, o futuro da arte ao meu ver, gostosas de brincar e de cheirar e de sentir. Só uma das artistas já valeria a visita. Logo no térreo, a Laura Lima trouxe inúmeras formas de plástico para você vestir onde quiser: cabeça, corpo, mão, nariz. As peças lembram desde simples cones até camarões gigantes. Além de tudo isso, um espelho. Sim, aquela coisa mágica que nos faz explorar poses e caretas. Desnecessária era a monitora da Bienal, pasmem, indicando como eu deveria vestir aquilo. Oras, da maneira que eu mais quisesse. Pelo menos era isso que eu entendi que a artista queria. Outra obra legal, das mais comentadas nos guias, era a bolha do Tomas Saraceno, um negócio imenso, de plástico, metal, madeira e ar. Você veste a carapuça dos esportes radicais, sobe na estrutura e depois flutua no plástico, deitando, rolando e desafiando seu próprio equilíbrio. Por fim, pouco interativa mas não menos interessante, uma obra lá em cima traz diversos pratos desenhados sob a ótica da comida. Um ótimo é um que tem a foto de um cu bumbum e a frase FASST FOOD. Sensacional. Gostei também do banheiro com paredes rosas e luzes rosas, que me fizeram sentir como a protagonista de Eu, você e todos nós. [...]
[...] Miranda July me conquistou logo de cara com seu filme Eu, você e todos nós. Agora ela está lançando um livro novo e, para isso, fez o site No one belongs here more than you. [...]