Monthly archives: May 2006

Mágica nos pés

Na minha opinião, essa é uma das cenas mais fodas de sapateado, retirada do filme “Tap”. O trecho traz um desafio entre nomes que incluem Sandman Sims, Bunny Briggs, Jimmy Slyde, Steve Condos, Harold Nicholas, Sammy Davis Jr, Savion Glover e Mr. Buster Brown. Maravilhosos, todos. Cheguei à conclusão que quando vejo essas coisas me sinto flutuando como o Jimmy Slide fazendo suas peripécias escorregadias. E se você não sabe quem é o Jimmy, vai perceber pelos “slydes” do cara.

Coloquei o player do YouTube aí, mas se você preferir, também pode ver por aqui.

Energiza que vai!

Caraca, demais esse site Chuta que é macumba. Dá várias dicas sobre como espantar o azar e dar aquela ajudinha para a seleção. Fora que as camisetas são ótimas e eu, com a minha mania de camisetas com frases e qualquer coisa nonsense, já estou decidindo entre a da galinha preta e a dos carrascos.

E se alguém descobrir de quem é essa trilha do site do Ronaldinho Gaúcho, por favor me avise. Muito boa.

Estou tão futebolística que nem eu me acredito. Mas em julho é nóis lá no Morumba para mandar o Estudiantes de volta para a escolinha.

PS: só para não esquecer, Dia de Jogo do Brasil é Feriado.

Né?

Não há… do que…

Certa vez, um cara me ensinou algo que eu gostei muito e acabei adotando. Disse que, após cada fase de vida – entenda por “fase” o que você quiser – é legal fazer um momento reflexão de quanto e como você conseguiu (não) evoluir nessa experiência. Passado o último fim de semana e momentos muito tristes, tirei duas conclusões. Uma delas é que não há situação pior do que aquela em que não é possível encontrar um ponto culpado. O fato não é culpa de ninguém e de nada. Mas essa mania de causa-consequência não deixa essa onda de culpa sair do ar, que, catalizada pela sensação de impotência perante o fato, deixa tudo pior ainda. E tudo que a gente faz é torcer e torcer e torcer.

A segunda coisa que eu aprendi é que não há nada mais carinhoso do que um beijo na cabeça. E não é que aprendi tudo isso com aquele mesmo cara que falei no começo?

Cirque du Soleil

Nunca achei que a palavra “circo” pudesse envolver coisas tão chatas como fila gigante, taxa de conveniência, stress e trêshorasequarentaminutos. Mesmo assim, já tenho meu lugarzinho ao sol para ver o espetáculo. Tô tão feliz!

Quando a consumação vem antes da expectativa

Existem poucas coisas das quais eu me arrependo. Sempre acho que, se assim foi, era porque assim deveria ser. E se assim não foi, era porque não era para ser. Mas ano passado rolou algo que eu gostaria que acontecesse de novo. Impossível, mas eu gostaria. Estava num bar, trabalhando (sim, eu estava trabalhando!), quando um senhor começa a conversar com as pessoas da minha mesa. Um senhor de uns 60, 70 anos, barba e um certo sotaque. Estava sozinho, jantando e bebendo. Para ser sincera, eu tive dó dele naquela cena meio deprê, meio nostálgica. Pensava: puxa, ele deveria ter vários amigos, a mulher, os filhos. Hoje em dia, a mulher já foi, os amigos estão doentes e os filhos moram em outras cidades. Tudo isso era fruto da minha imaginação. Conversa vai, conversa vem, ele revelou: sou fotógrafo. Eu, na maior ingenuidade, respondi: eu também. E só. Contou dos filhos, de quando chegou ao Brasil, de sua vida e da sua aparente espera pela morte. Já não sei mais se essa era uma impressão minha ou a realidade em si. Mas era o que eu sentia. Por fim, o famoso “como você se chama?”. Ele respondeu: Otto. Eu: Prazer, Marina.

Só no dia seguinte eu fui descobrir que aquele Otto era o Stupakoff. Ah se eu pudesse voltar no tempo…

Momento “eu tenho peito”

Olha, há quem diga que peitinhos viralizam qualquer mensagem. Que basta colocar o par de seios para que a mensagem seja amplamente vista por tudo e todos. Embora eu não entenda qual é exatamente a atração que homens possam ter por essa cena, indicada pelo Mr. Manson, aproveito para divulgar a campanha do Câncer de Mama. Achei uma bela iniciativa, já que uma modelo demonstra no próprio site como fazer o exame preventivo. O site está lindo, com cenas delicadas (e nada bregas) e bem explicativas. Manson, não sei qual o tesão de ver uma mulher apalpar os próprios peitos, sendo que não são do estilo “siliconado”, há uma música no fundo super “Natura Mamãe e Bebê” e ela não faz nenhuma expressão sexy (até porque seus olhos mal aparecem e, para mim, olhos são o principal elemento para dar o tom da cena). Mas enfim, a dica fica aí, para quem interessar.