A história da Katilce com certeza foi um marco no Orkut. Um marco na era da informação disseminada, onde todos são fontes e não apenas receptores. Qualquer um cria conteúdo na internet, seja num blog, num fórum ou em qualquer site de relacionamento. Mas o que eu acho engraçado é essa história de “respeitar a privacidade”. Como se os humanos fossem seres muito bons e íntegros… Se é fato que a liberdade de publicação aumentou, é fato também que a exposição pessoal aumentou. A velha premissa de: no pain, no gain. Toda essa glória da disseminação de conteúdo é super bem-vista, “estamos na era de poder do consumidor” e da liberdade de expressão e tudo mais. Mas na hora que a “privacidade” (se é que podemos chamar assim) é invadida, ah, aí sim o poder é condenado. Enquanto esse boom não se ordenar e perder a graça de novidade, continuaremos com muitas Katilces e comunidades e links. Cada um que saiba discernir o que é desnecessário publicar sobre si mesmo.

Agora, cá entre nós: o nome dela foi extremamente importante para viralizar a história. Caraca, Katilce é nome?


3 Responses to “Poder ou não poder: eis a questão”  

  1. 1 MaWá

    “Ontem, as 17:00, o Orkut implantou um sistema EXCLUSIVO NO SCRAPBOOK DA KATILCE, que pedia pro usuário digitar uma palavra de confirmaçao a cada envio de scrap, dificultando o envio e bloqueando programas que enviam scraps em massa, como spam. De noite, ainda vi alguns profiles falsos da Katilce serem bloqueados pelo sistema, garantindo que a única Katilce Miranda está lá, com seus mais de 500 mil scraps. Até os ‘Googles’ já sabem quem é ela! ;- )”

    Cleber Zerrener, Blue Bus

  2. 2 Daniel

    Realmente, se fosse uma Maria, não ia rolar nada.
    Você já viu o video da Katilce? Tem la no Youtube.com

  3. 3 MaWá

    Caraca, muito bom o vídeo! Esse povo desocupado é f***… Pra quem quiser, está aí o link: http://www.youtube.com/watch?v=Hkx4bkH1I-w

    Ai ai…

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