A história da Katilce com certeza foi um marco no Orkut. Um marco na era da informação disseminada, onde todos são fontes e não apenas receptores. Qualquer um cria conteúdo na internet, seja num blog, num fórum ou em qualquer site de relacionamento. Mas o que eu acho engraçado é essa história de “respeitar a privacidade”. Como se os humanos fossem seres muito bons e íntegros… Se é fato que a liberdade de publicação aumentou, é fato também que a exposição pessoal aumentou. A velha premissa de: no pain, no gain. Toda essa glória da disseminação de conteúdo é super bem-vista, “estamos na era de poder do consumidor” e da liberdade de expressão e tudo mais. Mas na hora que a “privacidade” (se é que podemos chamar assim) é invadida, ah, aí sim o poder é condenado. Enquanto esse boom não se ordenar e perder a graça de novidade, continuaremos com muitas Katilces e comunidades e links. Cada um que saiba discernir o que é desnecessário publicar sobre si mesmo.
Agora, cá entre nós: o nome dela foi extremamente importante para viralizar a história. Caraca, Katilce é nome?



