Link interessante: http://battellemedia.com/
Como não é mais possível controlar a origem das informações, controla-se o fluxo. Simples, né?
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Hoje voltando para casa comecei a pensar no que diria para o Chico se o encontrasse alguma vez na vida. Parabéns? Não, muito comum. Quantos “parabéns” esse homem já não deve ter ouvido na vida? Talvez um cumprimento como: admiro muito seu trabalho. Não. Parece crítico comentando peça que não gostou. Não sabe como dizer que achou ruim, então diz que admirou o desenvolvimento do conceito e blá blá blá. Enfim, o que eu diria para o Chico? O que eu diria para o homem que mais sabe como dizer tudo, simplesmente tudo? Minhas palavras nunca poderiam se equiparar ao que ele transmite. Acho que já sei. Diria uma única palavra: amém.
Socorro!!! Foi criado um novo reality show, dessa vez com ovelhas. Elas ficam lá, se alimentando e se relacionando (será que elas têm edredon???) e as pessoas podem votar para ver quem é que sai. A vencedora ganha um poema em sua homenagem. Acho que ela gostaria mais de ganhar mais comida, ou quem sabe uma tosa mais bonitinha… Vai entender! Veja mais em http://www.stado.org/
E pra quem não sabe, recentemente houve um suicídio de ovelhas… Havia um rebanho em certo local que eu não me lembro. Uma ovelha do rebanho, deve ser aquela da música da Rita Lee, foi até o barranco e pulou. Em seguida, mais 450 ovelhas foram atrás e repetiram o ato. Será que elas perceberam que tá tudo muito louco e resolveram se matar? Ou será que elas eram comparsas do Severino?
Eu faço samba e amor até mais tarde. Ou melhor, sapateado e percussão até mais tarde. Ensaio marcado para 23:45, com início real às 00:50. E tenho muito sono de manhã. E tenho muito mais o que fazer. Nada melhor do que o Chico para acalmar os ânimos. Aliás, overdose de Chico Buarque. Comprei a coletânea dele e estou maravilhada. Calma, sem empréstimos por enquanto. Estou na fase de adoração das minhas novas aquisições. Já fizia meu avô: tudo tem seu tempo.
Vai trabalhar vagabundo, vai trabalhar criatura. Começou a tocar essa música. Acho que é um sinal.
Nova moeda de troca: quem quiser continuar com seus donuts, deve ter uma conta no Gmail.
Essas artimanhas abstratas vão acabar com o mundo um dia!
Ai que vontade de jogar a faculdade pro ar. Sabe aquele clima de escala de avião, passando uma noite num lugar qualquer, quando a viagem já está praticamente no fim mas ela finge que não acabou? É exatamente isso. Você já conheceu os lugares estranhos, já experimentou novas sensações, já viu as graças e as desgraças do lugar e só quer voltar pra casa. Isso é fim de faculdade. É esse lance de projeto de graduação, pressões inventadas e sonos reais, estudo, gambiarra, computador, muito computador. E a vontade de estar se descabelando em algum espaço cósmico, sem gravidade. Ainda tenho fé que o trabalho acaba. O problema é que cada ainda tem um tempinho. Nesse tempinho, a gente vai levando no bom humor.
Grupo, isso não é nada pessoal. Amo vocês. Mas tô querendo um pouco de distância de um certo vão. Um vão que teve seus primórdios em 1947, depois de um jantar de dois caras aí, que acabaram escolhendo São Paulo porque “aí estava o café”. Adoro essa frase. Vocês já perceberam, né? Aí estava o café. Chique.
Hoje em dia o café fica lá na cozinha. Hummm, adoro o café da Dora…
Ui, tenho um blog. Tá, tá, demorei pra ter o meu, eu sei. Mas estive trabalhando algumas barreiras psicológicas com o computador. Meu espírito naturista sempre disse pra mim que não preciso de máquinas para viver. É tudo mentira! Preciso sim. Li um dia desses no Bluebus sobre uma pesquisa que fizeram, perguntando “com qual objeto pessoal você gostaria de ser enterrado?”. E a maioria respondeu: com o celular. Tá vendo, o apego por essas máquinas que ligam, falam e transmitem é incrível. Não me venha dizer que elas escolheram o celular porque, de repente, foram enterradas vivas e teriam um meio de avisar o povo. Ou de se fotografar o caixão, já que celular agora vai ter no menu “velocidade” e “abertura”. Tenho certeza que isso não passou pela cabeça delas. O que pegou mesmo foi o apego com essa maquininha. Enfim, blog, cheguei! Vamos ver como serão as coisas por aqui…